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A notícia veio pelo jornal Daily Freeman, citado pela Spinner, que revela que a cantora de «More, More, More» faleceu a 7 de Novembro em um Hospital em Kingston, Nova Iorque, aos 68 anos.
Nascida Andrea Marie Truden, a cantora celebrizou-se pelo êxito «More, More, more» e por temas como «What’s Your Name, What’s Your Number» e «You got me dancing». Andrea True foi ainda uma reconhecida actriz de filmes pornográficos. «War Machine» foi o seu último álbum, editado em 1980, altura em que também tentou voltar à Indústria dos filmes pornográficos. Um problema nas cordas vocais levou-a a ser submetida a uma cirurgia e a deixar a carreira na música, deixando também a carreira de actriz por receber cada vez menos papéis. nos últimos anos da sua vida trabalharia como terapeuta para pessoas com problemas com a droga e como astróloga. A causa da morte é ainda desconhecida.

Em 1975, em uma passagem conturbada pela Jamaica, ela gravou por lá uma fita demo com o que seria More, More, More. Ao voltar aos EUA, conheceu o produtor e músico Gregg Diamond.
Essa parceria renderia em 1976 a gravação definitiva de More, More, More, um dos grandes clássicos da disco music, com sua batida hipnótica e a participação de um núcleo de músicos que fariam a fama de Gregg como um dos grandes produtores da era disco. E, é lógico, destacando a voz sexy, energética e de timbre facilmente reconhecível de Andrea.Além da música que lhe abriu as portas do mercado musical, Andrea True gravou outras faixas marcantes do disco sound, como Party Line, Call Me, What’s Your Name What’s Your Name e a efervescente N.Y. You Got Me Dancing. Todas fizeram sucesso no Brasil especialmente esta última, que entrou até em trilha de novela.

Andrea True também gravou com o maestro, produtor e músico Michael Zager, que lançou Whitney Houston e trabalhou com Cissy Houston (mãe de Whitney) e a Michael Zager Band, do megahit Let’s All Chant.
Com Zager, Andrea gravou What’s Your Name, What’s Your Number, outro hit disco bem bacana.

No fim dos anos 70, Andrea True veio ao Brasil, onde se apresentou em discotecas e deu entrevistas à imprensa brasileira, conseguindo arrancar elogios de um repórter por sua fala articulada.
Com o fim da era disco, a moça sumiu de cena, mas seu lugar na história desse gênero se manteve.
O ator Dado Dolabella - afastado dos folhetins desde "Chamas da Vida" (2008) - voltará a atuar em novelas da Record. De acordo com informações do jornal Agora São Paulo, ele foi convidado para "Mácaras"" , trama que será assinada por Lauro Cesar Muniz.
Segundo a publicação, Dado interpretará Eduardo, um jovem formado em física e com fama de pegador de mulheres.
A trama que deve estrear em abril substituindo "Vidas em Jogo" começa a ter o seu elenco definido. Confira os nomes já confirmados: Paloma Duarte, Fernando Pavão, Bete Coelho, Raul Gazolla e Francisca Queirós.
O autor Lauro Cesar Muniz, cuja nova novela na Record vai se chamar "Máscaras", em seu apartamento em SP. Foto: Adriano Vizoni/Folhapress
A Rede Record alterou o nome da nova novela de Lauro César Muniz, que substituirá "Vidas em Jogo" a partir de abril.
A trama – que será protagonizada por Fernando Pavão e Paloma Duarte – vai se chamar "Máscaras". O anúncio oficial foi feito nesta quinta (24) pela Rede Record.
A produção vinha sendo tratada com o título provisório de "Navegantes".
No elenco também estão confirmados: Bete Coelho, Heitor Martinez, Dado Dolabella, Eliete Cigarini, Raul Gazola e Francisca Queiroz.
É impressionante a postura da Rede Record. A moda na emissora agora é proibir os artistas de falar com a imprensa sobre seus novos trabalhos.
Os atores da minissérie “Rei Davi”, bem como, os prováveis escalados para a substituta de “Vidas em Jogo”, não podem dar entrevistas ou declarações sobre.
Ainda reclamam dos baixos índices de audiência e da saída dos atores para a concorrência.
Com informações do jornalista Flávio Ricco, do jornal Diário de São Paulo.
Acabou a novela! Marcelo Adnet e Dani Calabresa resolveram permanecer na MTV e renovaram o contrato até dezembro de 2012.
A MTV, como se sabe, garantiu a Adnet novo projetos, tais como, um programa de viagem e acompanhar a Olimpíada 2012 direto de Londres e a reformulação do “Adnet ao Vivo”.
Dani Calabresa continuará à frente do “Furo MTV” e pode ganhar um novo programa.
Com informações do site O Planeta TV.
O próximo ano será puxado para Tony Ramos. O ator está escalado para duas novelas.
Primeiro, ele deve fazer uma participação em “Avenida Brasil”, novela das 21h que substitui “Fina Estampa”.
Depois, estará no remake de “Guerra dos Sexos” ao lado de Irene Ravache, Glória Pires e Cláudia Raia.
Com estreia prevista para o segundo semestre na faixa das 19h, a novela já está reservando elenco.
Nomes como os de Regina Casé, Deborah Secco e Lucélia Santos estão bem cotados.
A informação é da coluna Outro Canal.
“Eu só não posso parar pra dar entrevista pra ele, é questão de contrato. Eu ouvi falar que ele não vai fazer mais?! ‘Carioca’(humorista do “Pânico na TV) faz, eu adoro o Jô Suado!”, declarou o apresentador Jô Soares no programa “Roda Viva” de ontem à noite (TV Cultura).
O atual apresentador do programa é o jornalista Mario Sergio Conti, diretor da Revista Piauí. Ele entrou recentemente no lugar de Marília Gabriela, desde que o SBT resolveu exigir-lhe exclusividade na TV aberta. E Conti foi logo anunciando: “Ele é um artista espaçoso”, dando início aos números extraordinários que formam o currículo de Jô Soares.
Com mais de cinquenta anos de profissão, o humorista marcou o seu início na televisão em 1967, fazendo o ‘mordomo’ da série “A Família Trapo” (de onde surgiu o modelo da atual “A Grande Família”). Em 1970 foi para a Rede Globo e em 1988 foi para o SBT, onde teve a oportunidade de dar início ao ‘talk-show’ “Jô Onze e Meia”. Em 2000 voltou para a Rede Globo e, desde então, continua com as suas entrevistas no “Programa do Jô”.
Formaram a ‘roda’, Manuel da Costa Pinto, editor do “Entrelinhas” (TV Cultura); Cristina Padiglione, colunista de O Estado de São Paulo; Keila Jimenez, colunista de TV da Folha de São Paulo; Daniela Pinheiro, da Revista Piauí; Josélia Aguiar, colunista da Folha e blogueira; e Lígia Cortez, atriz e diretora de teatro. O cartunista Paulo Caruso acompanhou a entrevista desenhando as suas ‘expressivas caricaturas’ costumeiras.
“O segredo da longevidade do ‘talk-show’ é não deixar cair numa rotina”, afirmou Jô Soares, ao ser questionado sobre um eventual prazo de validade para o seu estilo de programa. “Cada convidado é um universo novo. Depois, é como um jornal, que existe há séculos, mas sempre tem notícia nova”.
Mario Sergio Conti alertou o comediante sobre uma pergunta do internauta Marcos: Por que você tem fama de que fala mais do que o entrevistado? Jô fez um rápido esgar com a boca. Cinco segundos de ‘saia justa’. E logo veio a resposta bem trabalhada: “pode ser que eu tenha criado essa fama em algum momento em que eu tenha interferido com o meu pensamento antes do entrevistado terminar o dele. Mas isso não acontece mais, há muito tempo”. Ninguém ousou dar a réplica.
Um convidado que o emocionou em particular? “O Prestes! (Luís Carlos Prestes – Secretário Geral do Partido Comunista Brasileiro). Eu já comecei chamando ele de ‘você’. De início ele estranhou um pouco, mas logo foi ficando tão à vontade que acabou confessando pela primeira vez em público: “a Olga (sua companheira de luta Olga Benário, morta na Alemanha, na câmara de gás, pelos nazistas) foi a grande paixão da minha vida”.
Dani Calabresa (MTV) também aparece em vídeo para perguntar o que faz o humorista rir. “Você, Dani…e aquele cara que você sustenta…como é o nome dele – (Marcelo) Adnet, parece! O Bruno Mazzeo e aquele Eduardo…sempre esqueço o sobrenome dele… Sterbitch (César Polvilho), isso! Vocês são da minha geração!”
Como preservou o tempo todo a sua intimidade? “Pela minha maneira de viver, eu saio muito pouco e preservo a minha vida particular. Tenho um filho de quarenta e poucos anos, autista, que é vidrado em rádio. È mais ou menos o personagem que o Dustin Hoffman fez no filme “Rain Man”. Às vezes ele quer escutar música tão alto que precisamos pedir: Rafael, baixa isso um pouco!”
Mulher na presidência? “Eu tenho sentido um crescimento de empenho. Mas às vezes acho que ela é mal assessorada. A minha equipe, no programa, é de maioria feminina. Acho que as mulheres são mais dedicadas”.
TOC? “Eu não tenho TOC. Tenho uma ou duas manias…a de desentortar quadros nas paredes e, se esbarrar em alguém de um lado, tenho que esbarrar do outro!”